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sábado, 12 de maio de 2012

Mais uma tentativa governamental para impor a prática homossexual nos meios educacionais

Alberto Távora

Segundo O Estado de S. Paulo (7/5/12) a Unesp iniciará o primeiro mestrado em “educação sexual” do País.

Mas o que eles chamam de “educação sexual”? Entre os principais temas envolvidos, está a questão da “homofobia”. Veja o que diz o coordenador do programa, Paulo Ribeiro: “Apesar das tentativas do governo de levar a discussão sobre homofobia e discriminação de gênero para as escolas, a sexualidade ainda é um assunto envolto em tabu e a sociedade rejeita a discussão”.

Muito haveria que comentar. Mas para ser breve, levanto apenas os seguintes pontos:

1 – Se o governo pretende, como seria a lógica da democracia representativa, governar “para o povo”, como tanto clamam por aí, porque levar a “discussão sobre homofobia” para as escolas, se a “sociedade rejeita a discussão”?

2 – É interessante notar que o governo, não conseguindo sucesso em suas investidas para impor a agenda homossexual ao País, está tentando avançar por mais um flanco: formar profissionais da saúde e da educação (como diz a própria notícia) para espalhar, como uma mancha de azeite, a aceitação da prática homossexual como sendo normal, aceitável e até recomendável.
Fonte: IPCO, maio de 2012

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